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quarta-feira, 7 de março de 2012

Viola menina

É na sua cintura fina, moça menina,
Que eu encontro minha paz...
Seu jeitinho nos meus braços,
Se me prendo em seu abraço,
Não solto jamais...
Sou refém de sua harmonia,
Cantador da sua poesia,
Quando triste você me consola;
Se estou bem, somos bons companheiros...
Mesmo poeta de amores distantes,
Sou seu amante nas horas mais ocultas.
Um pranto mudo rompe o silencio,
Nas madrugadas enluaradas...
É na tal cabocla menina que me encontro,
Cantando pra lua, e a lua me olhando...
E quando te vejo sozinha,
E me vejo tão igualmente só,
Somos parceiros de uma só canção
Que vem do coração,
Nos seus fios dedilhar...
E em cada verso que pra você eu compor,
Que eu favoreça ao amor,
Esteja ele a nos ouvir, onde estiver...

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