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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Destino de um violeiro

Barba por fazer...
Olhar de quem tá decidido
Chapéu na testa,
Pensamento distraído...

Viola deitada no peito,
Dedos calejados do ponteio,
Aquela canção guardada no jeito...
pois logo a noite tem rodeio...

na memória a imagem de um bem,
saudade de alguém que me deixa enganado...
mulher proibida, orgulhosa e distante,
que me intimida com o rosto molhado

Se ela vai pra bem longe de mim
distância e saudade se confundem no caminho...
Mas se volta abatida, carente e sofrida,
perdão e amor lhe esperam com carinho...

E toda vez é sempre assim:
idas e voltas no trem do destino,
ate que um dia esse homem aprende
e não mais chorará por amor feito um menino!

De agora pra frente
Esse peito caboclo não mais desatina!
Vou atrás de uma mulher de verdade,
Porque me cansei de amar quem ainda é menina...

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