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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Razões e não-razões do Amor

Quem pode definir exatamente o que é o amor?
Seria como querer contar as gotas que existem no oceano. O amor é indescritível e irracional, enquanto analisado com os olhos céticos. Não há razão no amor.
O amor é um sentimento repleto de extremos, onde a dor emocional pode ser tão intensa quanto a dor física. Pode provocar angústias infindas e sofrimento eterno, enquanto durar.
Quem ama, se dedica ao máximo a outra pessoa que, talvez, nem se conhece muito bem. É um pulo no escuro, onde não se vê nada que dê certeza de que vá ficar tudo bem no final. De fato, o amor é sem nenhuma razão. É apenas emoção.
É a emoção que faz o amor valer a pena. É nesse fator que se pode afirmar que existem razões pra se amar. Não existe razão no amor, mas há razões pra senti-lo.
Aquele gostinho de acordar todo dia cedo e logo se lembrar da aventura que é amar. Aquele frio na barriga quando se escuta o nome da pessoa amada. Aquela vontade de sentir sua presença, de ouvir sua voz, de beijar-lhe, de lhe dar carinho e atenção. E ter a atenção também. As sensações que o amor provoca é que fazem dele um sentimento tão apreciado e tão conhecido.
Se fosse apenas pela razão, ninguém se entregaria numa aventura dessas, onde as chances de sofrer e se sentir mal são enormes. Mas toda aventura tem sua recompensa. Amar nos traz lições, nos dá objetivos, nos mostra caminhos, nos faz pensar e, acima de tudo, faz nosso coração bater mais forte. Por isso, vale muito amar.

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