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sábado, 28 de janeiro de 2012

Carta

Um sentimento resumido em palavras,
Carta escrita por mãos de quem ama...
Chorada, sentida na alma,
Expressada no mais profundo desejo,
Feita pelo coração.
Sem ritmo, sem forma, sem nada...
Não são versos, nem poemas.
Não é nem música, não tem melodia...
Não sorri, não escorre lágrimas,
Não suspira e nem geme.
Carta de papel passivo,
Que aceita qualquer caneta que o toca,
Seja das mãos que quiserem escrever.
Carta de tinta fria, seca, letras...
Palavras que por sua origem
Valem uma história,
Colocam em jogo o amor,
Uma vida inteira, beijos, carícias...
Carta que, na sua simplicidade,
Tenta conquistar suspiros,
Apagar marcas de dor,
Reconstruir o amor...
Carta, que vai, sempre deixa o vazio
E a espera da resposta.

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