Sabe... Tenho medo de dormir!
Declarar por encerrado um dia é de grande responsabilidade!
Não gosto de decidir isso.
Ter que fechar os olhos, ansiosos pelo despertar da luz natural.
Temo acordar já velho, arrependido, surrado e ferido,
Com o escarro do tempo, amigo dos amantes,
Inimigo dos perdidos...
Tenho medo de dormir e, ao amanhecer, ela ter ido embora...
E o pior de tudo, sem nem ao menos ter me visitado.
Tenho medo de me entregar ao mundo dos sonhos!
Eles são tão reais que me fazem temer o real,
Causam-me a dor no despertar...
Tenho medo de fechar os olhos!
Gosto tanto da luz que, no escuro,
Eu os fecho pra não acreditar que é real.
Mas, acima de tudo, o que mais temo
É o dormir sem fechar os olhos,
Sem sonhar, sem acreditar na mudança,
Sem saber que o real existe,
Sem pensar... Sem amar...
Sem... sem... sem... Z z Z z Z z Z z Z
Se quer se encantar e encontrar um cantinho pra refletir e sonhar com a pessoa amada, eis aqui o melhor lugar do mundo. Eu não falo às pessoas apaixonadas, falo ao coração delas. Quero penetrar em cada sentimento, em cada silêncio e em cada euforia, por que só o amor responde a todas as perguntas. Que tenham uma boa leitura...
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Do nada ao adeus...
E mais uma vez ela vem do nada
E me leva ao nada, me devolve ao pó,
Como se eu fosse o chão por onde ela desfila sua graça.
Ela me mostra que tudo é novo
Mesmo parecendo aquele velho e enrugado passado...
Os trapos não mentem: o tempo passou
Os tons parecem ser os mesmos daquele dia
Na mesma hora em que ela me sorriu
E logo depois me abandonou.
Os dias são os mesmos, os tempos são outros
Mas como outrora, me faço o mesmo,
Como é possível no mundo dos loucos...
E ver você já não é meu hábito, mas ainda é meu vício.
E tal tormento se dissolve rápido,
Basta dizer meu nome e já sou seu... De novo!
E não há como correr... Nem pra quem fugir...
Pois ela me encontra, diz coisas que até o silêncio imagina,
E depois de um temido e desejado “eu te amo”
Vem um beijo e um adeus...
E me leva ao nada, me devolve ao pó,
Como se eu fosse o chão por onde ela desfila sua graça.
Ela me mostra que tudo é novo
Mesmo parecendo aquele velho e enrugado passado...
Os trapos não mentem: o tempo passou
Os tons parecem ser os mesmos daquele dia
Na mesma hora em que ela me sorriu
E logo depois me abandonou.
Os dias são os mesmos, os tempos são outros
Mas como outrora, me faço o mesmo,
Como é possível no mundo dos loucos...
E ver você já não é meu hábito, mas ainda é meu vício.
E tal tormento se dissolve rápido,
Basta dizer meu nome e já sou seu... De novo!
E não há como correr... Nem pra quem fugir...
Pois ela me encontra, diz coisas que até o silêncio imagina,
E depois de um temido e desejado “eu te amo”
Vem um beijo e um adeus...
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