E se for mentira esse meu medo de errar?
Talvez eu tenha me confortado,
me conformado, me resignado.
No meu submundo,
pensar calado vale mais
do que falar sem ter pensado...
Um, duas, três vezes... mais uma vez...
Penso tantos que me calo até sempre... denovo.
Converso com o papel sim senhor!
Pelo menos ele me escuta sendo imparcial.
São vãos os momentos em que digo aos ventos
o que não penso, mas que teimo em dizer.
Santo é o Seu nome!
É o que minha boca repete do tal folheto,
canta o que meu coração sempre quer dizer,
mas não tem coragem.
É maldita a hora que me calo tanto,
que silencio até meu pensamento
e me coloco do deserto da inconclusão.
Penso, ainda que me doa!
Penso em respirar o ar que você respirou,
Olhar meus olhos refletidos nos seus,
Beber da gota que já foi suor, foi lágrima,
que viveu um ciclo e que hoje sai da torneira,
que é chuva a se misturar com meu pranto.
E, isso tudo, por enquanto...
Até que eu cale mais esse pensamento.

valeu o comentario no blog amigo de verdade
ResponderExcluirquanto a sua poesia
demais
raro
homens nao gostam de falar de sentimento