Eu quero ver o meu limite e meu além
Para ver a presença de ninguém
E medir quão precioso era um vintém
E viver uma historia sem “mas” ou “porém”
Quero saber porque a flor de maio ainda não se é abril
Se é verdade que a felicidade ainda não fugiu
E logo que esse poema no papel se exibiu
Deixou o registro do que meu coração sentiu
Senti o medo da verdade incondicional
Senti que toda falsidade se torna banal
E vi que a vida tem a fragilidade de um cristal
Perdido entre as linhas do meu respirar
Sabendo que mesmo quando esse louco poema se acabar
Meu peito sofrido continuará a te amar

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