Eu sei...
Talvez minha poesia te incomode
E, quando eu a leio, você nem se importe.
Mas o que importa são as verdades ditas ao vento
Nem que seja por olhar, transmissão de pensamento.
Eu sei...
Que todo beijo é eterno
Mesmo que nem seja sincero.
O que a gente esquece de lembrar
A memória não consegue apagar.
Eu sei...
Que todo silêncio tem sons
Nem que seja o pulsar do coração dos bons
Ou dos maus que sussurram sua trama
Ou das coisas que o pensamento reclama.
Eu sei...
Que toda ressaca se cura
Que toda alma se torna impura
Que a vida corrompe o ser
Que a vida se limpa ao morrer.
Eu sei...
Que toda paixão há de se acabar
Que todo amor há de continuar
E que toda esperança convém
Quando se quer alcançar além.
Eu sei...
Que talvez a lua se compadeça de mim
Pois sabe que ninguém gosta de um fim
Mas enfim, toda noite se acaba em dia
Começo do fim, fim de poesia.
Se quer se encantar e encontrar um cantinho pra refletir e sonhar com a pessoa amada, eis aqui o melhor lugar do mundo. Eu não falo às pessoas apaixonadas, falo ao coração delas. Quero penetrar em cada sentimento, em cada silêncio e em cada euforia, por que só o amor responde a todas as perguntas. Que tenham uma boa leitura...
domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Versos Perdidos
Eu quero ver o meu limite e meu além
Para ver a presença de ninguém
E medir quão precioso era um vintém
E viver uma historia sem “mas” ou “porém”
Quero saber porque a flor de maio ainda não se é abril
Se é verdade que a felicidade ainda não fugiu
E logo que esse poema no papel se exibiu
Deixou o registro do que meu coração sentiu
Senti o medo da verdade incondicional
Senti que toda falsidade se torna banal
E vi que a vida tem a fragilidade de um cristal
Perdido entre as linhas do meu respirar
Sabendo que mesmo quando esse louco poema se acabar
Meu peito sofrido continuará a te amar
Para ver a presença de ninguém
E medir quão precioso era um vintém
E viver uma historia sem “mas” ou “porém”
Quero saber porque a flor de maio ainda não se é abril
Se é verdade que a felicidade ainda não fugiu
E logo que esse poema no papel se exibiu
Deixou o registro do que meu coração sentiu
Senti o medo da verdade incondicional
Senti que toda falsidade se torna banal
E vi que a vida tem a fragilidade de um cristal
Perdido entre as linhas do meu respirar
Sabendo que mesmo quando esse louco poema se acabar
Meu peito sofrido continuará a te amar
Me fazes refém
De que me vale um mês pra te esquecer
Se apenas 5 minutos me faz te querer?
Basta-me um pequeno toque
E já me esqueço das dores que provocaste
Um simples sorriso apaga teu pecado
Torna-te santa novamente.
Porque se a verdade me dói,
A sua mentira me cura.
Basta-me uma noite de sonhos
E esqueço o dia de angústias.
Sei que sempre em meu desespero
Vens devolver-me a esperança;
Quando te busco, foges de mim,
Quando fujo, vens perseguir-me.
Me busca, me usa, me chama
E corres para que eu te busque.
Vivo vencendo as batalhas contra esse amor
E em um segundo, vences a guerra...
Me fazes refém.
Se apenas 5 minutos me faz te querer?
Basta-me um pequeno toque
E já me esqueço das dores que provocaste
Um simples sorriso apaga teu pecado
Torna-te santa novamente.
Porque se a verdade me dói,
A sua mentira me cura.
Basta-me uma noite de sonhos
E esqueço o dia de angústias.
Sei que sempre em meu desespero
Vens devolver-me a esperança;
Quando te busco, foges de mim,
Quando fujo, vens perseguir-me.
Me busca, me usa, me chama
E corres para que eu te busque.
Vivo vencendo as batalhas contra esse amor
E em um segundo, vences a guerra...
Me fazes refém.
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